13/04/2012

PROVOCAÇÃO NO PAGODE!!

Gente, peço uma licencinha a prima/irmã da Maria do Bairro, porque resolvi contar uma história de verdade, não uma ficção como a dela.

Lembrei-me de um fato engraçado que aconteceu comigo e com Ainho, há alguns anos.

Quem me conhece bem, sabe que não suporto Pagode. Primeiro, não gosto do ambiente, segundo,  o estilo musical também não me agrada.  É algo que não combina comigo em nadica de nada! Se esses motivos, por si só, não fossem suficientes, tenho um que "fecha a conta e passa a régua": o "Boneco de Olinda" tem muito mais desenvoltura, muito mais molejo,  do que eu. Sou péssima dançando. Então, já viu a cena, né? Ridículaaaaaa!
Mas, por amor, claro, sempre paguei muitos micos.

Chegamos nós, após uma partida com vitória, a um determinado pagode, em uma determinada cidade. Ainho, eu, Caio,  uma amiga nossa, e, não tenho certeza se mais alguém estava conosco. Talvez tenhamos encontrado algum jogador. Não lembro.

Pois bem, chegamos, conseguimos uma mesa - parece até o furdunço de Portugal, né? Mas não é não, é outro.  Lá estávamos, conversando, ou tentando conversar por conta do barulho, num lugarzinho fué, ouvindo um grupo fué tocar, e pra completar, chega uma peça fué, que havia tido um caso com Ainho - ela e mais a torcida do flamengo teve caso com ele, diga-se de passagem. Quem tem marido gostoso corre esse risco...-  Nesse dia estava apenas ela, acompanhada de um cara, que pra mim parecia ser gay - nada contra - só pra tornar melhor a compreensão do quadro.  Lógico que ela procurou uma mesa coladinha  na nossa!

Só pra esclarecer, ela é barraqueira. E eu percebi que ela estava tentando causar uma briga.

E segue a noite....

Algum tempo depois, dançava eu (coladinho dá pra dançar viu, gente? não fico tão ridícula) com Ainho, e a fulana resolveu dançar também. Eu nem tocava no assunto, fazia de conta que nem sabia quem ela era. Determinado momento, estávamos sentados, e o "acompanhante" dela resolve pedir o isqueiro, que estava na minha mão, pra acender o cigarro dela. Olho pra Ainho, e ele concorda com o olhar. Entrego o isqueiro, e o tal cara, faz uma manobra pra pegar o isqueiro e pegar a minha mão.
Claro, óbvio, e ululante, que ele queria provocar uma briga entre Ainho e eu. Não conseguiu! Não demos atenção, e comentamos qual era a intenção dela - Criar confusão - e mantivemos a tranquilidade, apesar de Ainho estar bebendo.  Não satisfeita, a peça, não sei como, manda uma parceira esbarrar em mim, e derrama cerveja no meu ombro.  Permaneci calma, não disse nada, e ainda apertei a mão de Ainho pra ele entender que não era pra esboçar nenhuma reação. Me pediram desculpas, eu desculpei.



Mais uma vez, agora uma outra parceira dela, esbarra em mim, e dessa vez derrama cerveja na minha cabeça!!! No meu cabelo escovado!!! 
Aí aprontei um barraco, né gente?? Brincadeirinha!! Continuei calma, mantive a classe, e disse que não tinha problema nenhum. Como sofre uma Lady!!!!kkkkkkkkkkkk

Dei um tempo, e minutos depois, com receio que Ainho não conseguisse mais se controlar, e partisse pra uma confusão, afinal já havia bebido, falei pra ele que era melhor que fôssemos embora, porque uma briga naquele local, além de perigoso, seria péssimo pra imagem dele como profissional. Ninguém procuraria saber o motivo da briga, só iriam comentar que o Treinador Maurício Simões, se envolveu numa briga, etc, etc.....

Cada figura que meu marido se envolveu.....ow criatura sem juízooooooooooooo!!
Mas, apesar dos pesares, se assim não fosse, eu não teria tantas histórias, hilárias, malucas, de dar raiva, etc, etc....

Qualquer dia contarei uma, onde aprontei o único barraco da  minha vida!!kkkkkkkkk

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